Estou convidando a todos que queiram assistir amanhã, no Centro Cultural Bernardo MAscarenhas, 13.30 h, apresentação do Coralito Torreões, repertório de cantigas brasileiras com arranjos do mestre Villa-Lobos, acompanhados de teclado em piano, xilofone e ocarina, sob minha direção.
Também, o Grupo de Teatro Mais Conto ...
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quinta-feira, 21 de outubro de 2010
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Harepop, contemp's
domingo, 7 de junho de 2009
159 anos de Juiz de Fora. Restaurante Faisão Dourado, história e fotografia. Patrimônio Vivo: cidade querida.
Aberto desde 1947 o Restautante Faisão Dourado, o mais tradicional dessa
cidade além de querido da imprensa e artistas que ali deixam suas assinaturas e dedicatórias nas paredes está sob a direção de Marinho e Cláudia Salgado desde 2007.A qualidade constante do serviço melhorou e muito.
As instalações excelentes, a tradição e o bom papo de Cláudia que perfila tudo com seus belos olhos de jade levaram-me a escolher o local para a proposta de iniciar a mostra de fotografias que homenageiam os 159 anos de Juiz de Fora.
As imagens, posterizadas, foram escolhidas por retratarem a transição do Ultimo Império e a cultura de industrialização na Manchester Mineira frente o Brasil e a Europa, utilizando recortes coletivo e individual.Na mostra o Jardim Inglês e tropical do francês Glaziou, o italianismo e a sedução francesa através da cidade no período belle-époque numa inspiração de Monet a Loutrec.
Numa explicação para os mais exigentes além de O Jardim Inglês o Parque, Ed. Ciampi renoarizado; a perspectiva inicial e a luz de Monet em Halfeld, Repartições Públicas, pertencem à mesma peça.
Em homenagem a Loutrec a imagem atualíssima LabellaPromiscua, 1912.2009,mostrando a possibilidade de uma convivência harmônica das questões inerentes ao tema patrimônio com as fachadas e as mudanças da contemporaneidade.
À Manchester Mineira, imagem de muitos sentidos para mim e a cidade: em sentido coletivo O Toucheiro e a Roda da Modernidade(leia-se o fogo e a roda)e em sentido individual minha infância na cidade (o prédio representa a marca da fixação da minha família paterna em Juiz de Fora no período em que o prédio abrigava a Concessionária Chevrolet, onde meu pai e tias trabalharam em negócio de família. A Borges Ribeiro. Contextualizando o Mercado Municipal na década de 1970 até a Geração Transição 80/90.
Na Manchester Mineira da minha infância o prédio do Mercado Municipal. Na cidade industrial o Restaurante Faisão Dourado, pela tradicionalidade e maior tempo e permanência.
Se quiser ver a imagem do Restaurante Faisão Dourado sem som e movimento clique em view all images
Atenção:Para quem gosta de arte e de ganhar presente: à partir de amanhã , depois das 14 horas, haverá uma foto, gravura assinada, para o primeiro que chegar na loja Geórgia Gifts, do Independência Shopping e pedir o presente deste blog.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Patrimônio Vivo: cidade querida. Juiz de Fora, 159 anos. Vamos comemorar e celebrar?
EStou produzindo uma exposição independente para os 159 anos de Juiz de Fora e confesso: continuo desanimada com a ignorância de alguns.
Por favor senhores, sou sensível!!!
Quero citá-los: alguns gritantes aos meus ouvidos... um a um... porém deixarei aqui apenas algumas ignorâncias misturadas com falta de educação patrimonial e disfaçatez.
Do responsável de um importante edifício histórico:
- Esse tombamento (falando sobre o bem de domínio público localizado no logradouro, anexo ao prédio)só dificultou nossa vida aqui. Desvalorizou o prédio e além disso, tudo o que fazemos aqui temos que pedir licença à prefeitura que protegeu a obra e não dá uma ajuda de custo pra sua manutenção, nem h$um material de limpeza... ele está falando do Painel As Quatro Estações do Portinari. Foi esse governo do Bejani...
- Meu senhor, eu apenas quero exercer fazer minha arte, ... com pureza, clareza, dignidade... com limpeza...não quero fazer política!
...como se isso fosse possível. Nesse caso, estamos falando do prédio onde encontra-se o escritório opulento e realmente belíssimo do Sr.Itamar Franco, junto com o Fusca(que deve ter um sistema de ar condicionado para as horas mais acalouradas do dia...) pois o prédio não pode tê-los na fachada por determinação do órgão competente.
De um empresário da área imobiliária, onde fui pedir apoio cultural e recebi uma resposta ao estilo mineiro(come quieto) com um largo sorriso:
- Se a sua mostra tivesse alguma coisa haver com o meu negócio...
- Será que ele estava me chamando de burra?...tsé... cuidado com o espelho, senhor!
Quanto será que vale a exposição Patrimônio Vivo, cidade querida em termos de valorização patrimonial para a cidade? Pois eu a mostro belíssima, escondo suas feiúras (as latas de lixo, a fiação horrorosa, as banquinhas de quitutes e revistas, as marquises e letreiros, todos fora do lugar...) focalizando o lado positivo, poético, meio Polianna em Juiz de Fora, fazendo o jogo do contente, dando bom dia, boa tarde e boa noite ao oponente...peraííii. Tô no meu limite da paciência, quando passar outro bonde nessa cidade me avisa que vou subir, passar de fase, deixar a cidadela e comemorar...
Mas nada meesmo, nem tantas dificuldades tiram-me a empolgação dessa exposição e quero mais é celebrar esse aniversário, no mesmo mês do meu, e o meu olhar de volta, sorrindo de contente, de poesia e redescoberta de uma cidade que cresce e pode ser ainda maravilhosa quando "otimísticamente" me deixo invadir de esperança ao encontro por dias e pessoas melhores. Depende de mim, depende de nós!
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