Do outro lado, na Praça Vinicius de Morais em Itapuã, exatamente o ponto em que começa a viagem em busca da Bahia cultural. Apressados, pois a van nos esperava. Nunca havia tempo para regulagens de câmera. Na praça, a cada click a constatação de que o intenso vento transformava toda a paisagem.Deixo aqui em continuidade a brincadeira de imagens, que seriais, formam um sentido poético de sentimentalidade. Fora isso, tudo é registro de história, memória e crítica contextualizada.
domingo, 4 de julho de 2010
Do outro lado, na Praça Vinicius de Morais em Itapuã, exatamente o ponto em que começa a viagem em busca da Bahia cultural. Apressados, pois a van nos esperava. Nunca havia tempo para regulagens de câmera. Na praça, a cada click a constatação de que o intenso vento transformava toda a paisagem.Deixo aqui em continuidade a brincadeira de imagens, que seriais, formam um sentido poético de sentimentalidade. Fora isso, tudo é registro de história, memória e crítica contextualizada.
sábado, 3 de julho de 2010
Interessada em Museologia, que define-se como um meio de intervenção social e de comunicação ao serviço do desenvolvimento das comunidades que serve, relato que a Bahia é um museu aberto. Não se limita ao tradicionalismo do armazém de objetos, mas os revive através do hibridismo da contemporaneidade da arte que produz. O que eu não posso afirmar é se há planejamento e coordenação de ações culturais e museológicas, identificação e valorização do patrimônio, e definição de políticas públicas culturais que sejam responsáveis com o tamanho da responsabilidade que um estado exportador de talentos como esse deve possuir.
Há muita preocupação e preparação de pessoas para o turismo. Porém há uma extrema bonança para o aproveitamento do bizarro, onde o homem cordial transforma-se em o homem esperto. Há um ramo ético(e extremamente profissionalizados) e um ramo que se aproveita da baianidade e do tropicalismo mas ao mesmo tempo está sendo pressionado pelas exigências da excelência na sociedade contemporânea. Assim, competem entre si os dois sistemas numa relação permissiva em que aqueles que melhor avantajam-se dos turistas são os mais bem remunerados.
Resta-nos saber, até quando a resistência "cordial" estará organizada... na globalização tudo depende de informação, conhecimento e evolução pessoal. Salvador deve ter uma chance para mostrar que educação e patrimônio podem e devem andar de mãos dadas, com vistas a perder o mercado para a profissionalização estrangeira, como já é o caso da invasão dos uruguaios no sistema turístico.
Há muita preocupação e preparação de pessoas para o turismo. Porém há uma extrema bonança para o aproveitamento do bizarro, onde o homem cordial transforma-se em o homem esperto. Há um ramo ético(e extremamente profissionalizados) e um ramo que se aproveita da baianidade e do tropicalismo mas ao mesmo tempo está sendo pressionado pelas exigências da excelência na sociedade contemporânea. Assim, competem entre si os dois sistemas numa relação permissiva em que aqueles que melhor avantajam-se dos turistas são os mais bem remunerados.
Resta-nos saber, até quando a resistência "cordial" estará organizada... na globalização tudo depende de informação, conhecimento e evolução pessoal. Salvador deve ter uma chance para mostrar que educação e patrimônio podem e devem andar de mãos dadas, com vistas a perder o mercado para a profissionalização estrangeira, como já é o caso da invasão dos uruguaios no sistema turístico.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Enquanto isso ela dormia e ainda dorme, em Êxtase
Na capela do MAM-BA, de Marco Paulo Rolla, até 04 de julho.
A obra múltipla de Marco Paulo Rolla está permeada pela presença viva do corpo e ao mesmo tempo pelo conceito de passagem, transmutação, transformação. Com a exposição êxtase o Museu de Arte Moderna da Bahia apresenta ao público baiano parte da produçao recente do artista mineiro. Desenhos, instalação, vídeos, esculturas e performances, reafirmam de formas diversas seu desejo de construir um discurso que deixe clara a `pluralidade do ser humano´.
(...)
Solange Farkas
Diretora do Museu de Arte Moderna da Bahia
A obra múltipla de Marco Paulo Rolla está permeada pela presença viva do corpo e ao mesmo tempo pelo conceito de passagem, transmutação, transformação. Com a exposição êxtase o Museu de Arte Moderna da Bahia apresenta ao público baiano parte da produçao recente do artista mineiro. Desenhos, instalação, vídeos, esculturas e performances, reafirmam de formas diversas seu desejo de construir um discurso que deixe clara a `pluralidade do ser humano´.
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Solange Farkas
Diretora do Museu de Arte Moderna da Bahia
Na praça Pedro Arcanjo
Ladeira do Tabuão, 60. Baixa do Sapateiro. Pelourinho.
(...)
Pedro Arcanjo viveu na época da abolição da escravatura, em que negros e mestiços, embora gradualmente conquistassem a sua liberdade, eram ainda perseguidos por tentarem viver as suas tradições, desde o candomblé à capoeira, passando pela própria comida (azeite de dendém, e seus magníficos derivados...) e o samba de roda e trios elétricos do carnaval baiano, pai do carnaval carioca.
Simples bedel da Faculdade de Medicina (que na época estava situada no Terreiro de Jesus, logo ali ao pé do Largo do Pelourinho), motivado pela revolta perante as posições racistas de alguns ilustres professores da mesma faculdade, começou a estudar o tema das raças a fim de as contrapor com lógica racionalidade. Ao longo de dez anos, a leitura transformou a revolta em curiosidade científica sistemática, e Pedro Arcanjo escreveu e publicou um livro, ‘A Vida Popular na Baía’, impresso (adivinhe-se) na tipografia de Mestre Lídio. Depois deste, Pedro Arcanjo escreveu mais três, ‘Influências Africanas nos Costumes da Baía’, ‘A Culinária Baiana – Origens e Preceitos’ e os “importantíssimos” ‘Apontamentos sobre a Mestiçagem das Famílias Baianas’.
Pedro Arcanjo era um homem apaixonado pelas mulheres(...)
Foi retratato por Jorge Amado no livro Tenda dos Milagres, uma ode à miscigenação de raças, por ocasião do centenário do seu nascimento.
Fonte: http://www.lerporai.com/livro.php?livro=livro200607
MÊS JOANINO
Teresa Batista cansada de Guerra, Jorge Amado. Sinopse.
Publicado em 1972, Tereza Batista Cansada de Guerra apresenta aos leitores mais uma personagem fascinante criada por Jorge Amado. Uma mulher cuja personalidade indomável e muitas vezes imprevisível choca contra as convenções e se rebela contra o destino que lhe tentam impor. Tereza Batista viveu, desde a infância pobre, privada da liberdade, com a crueldade de não ter controle sobre a sua própria vida. Fortalecida pela consciência do seu valor como mulher, usa o seu poder de sedução e a sua sensualidade como forma de marcar a sua presença na sociedade, de afirmar a sua força, de dar resposta ao mundo que a oprime. Tereza vive num ambiente quase sempre áspero e hostil. Um mundo de sofrimento, miséria e violência (...)
Fonte: http://resumos.netsaber.com.br/ver_resumo_c_51.html
segunda-feira, 28 de junho de 2010
domingo, 27 de junho de 2010
Onde andara a morena mais frajola da Bahia
Na entrada do Pelourinho,

Esse lugar é surpreendente, fazia muito tempo eu não via uma coisa assim.
A observação do cinema Tupy provocou uma gargalhada geral dentro da van que nos levava e que era conduzida por uruguaios. Os guias uruguaios, em grande parte, tomaram conta do tranporte turístico em Salvador.

entrando na Baixa,... onde estará a morena mais frajola da Bahia... o local era de forte comércio. Agora, segundo Lindnalva (uma rara e confiável motorista de táxi que nos guiou na manhã de segunda-feira, da Igreja do Bonfim à Ponta de Humaitá, passando pela Igreja dos Navegantes e a Feira de São Joaquim e a Pau da Lima na tarde),muitas lojas estão fechando, em função da verdadeira mania dos soteropolitanos que engarrafam as vias rumo aos shoppings da cidade.

Esse lugar é surpreendente, fazia muito tempo eu não via uma coisa assim.
A observação do cinema Tupy provocou uma gargalhada geral dentro da van que nos levava e que era conduzida por uruguaios. Os guias uruguaios, em grande parte, tomaram conta do tranporte turístico em Salvador.
entrando na Baixa,... onde estará a morena mais frajola da Bahia... o local era de forte comércio. Agora, segundo Lindnalva (uma rara e confiável motorista de táxi que nos guiou na manhã de segunda-feira, da Igreja do Bonfim à Ponta de Humaitá, passando pela Igreja dos Navegantes e a Feira de São Joaquim e a Pau da Lima na tarde),muitas lojas estão fechando, em função da verdadeira mania dos soteropolitanos que engarrafam as vias rumo aos shoppings da cidade.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
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